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25 de dez. de 2013

Filme La Ballata di Tex

16 de set. de 2013

Coleção de Tex estrangeiras de Rouxinol do Rinaré

Amigos e pards, tenho uma meta especial, quanto à minha coleção, que é conseguir pelo menos um exemplar de cada país onde Tex já foi ou está sendo publicado. Já tenho vários exemplares da Itália e somando com os publicados no Brasil tenho Tex de 10 países diferentes: Itália, Brasil, Portugal, Espanha, Argentina, França, Holanda, Índia, Israel e Turquia.

Nas fotos que ilustram este texto mostro um pouco dessas preciosidades, como “O meu Tex” (de Fabio Civitelli); Mini-Tex (Box com 4 livrinhos – capa dura – uma versão das Tex Gigantes desenhadas por artistas espanhóis); Teks da Turquia (nº 1); “Manuale di Tex nel West” (livro capa dura, muito bonito, da década de 80); o CD de Graziano Romani e o livro que o acompanha; Tex de Israel (nº 7); Tex da Holanda; Tex da França (das séries Mustang e Rodeo); Tex da Índia; Tex da Espanha (6 exemplares de uma série da extinta Editora Zinco); o Disco “La Ballata di Tex Willer” (45 rotações), tão almejado e, na lateral da foto, uma estatueta de Tex (em chumbo) e 5 pins.

Tenho ainda, entre as preciosidades, uma edição Raio Rojo (Tex da Argentina), umas Tex Júnior e “O ídolo de cristal” (Tex edição de luxo, capa dura publicado pela Vecchi no Brasil).
Boa parte destes itens comprei no mercado internacional (via Internet) e outra consegui com pards brasileiros como meu amigo Iranildo Ferreira (de Pernambuco).
Se algum leitor estiver interessado em adquirir este tipo de itens deixo de seguida alguns sites e contactos de pessoas com quem consegui comprar esses itens de Tex: Eric van Helvoort (da Holanda): ele vende Tex da Índia, Holanda e Alemanha; site Todocoleccion (neste site comprei as Tex da Espanha);  Ebay.it (site onde comprei as Tex da França, o Disco Tex e outras preciosidades).

CONFIRA ESTA PUBLICAÇÃO TAMBÉM NO: http://texwillerblog.com/wordpress/?p=47720


4 de set. de 2013

Curiosidades do mundo do Tex: As diferenças existente entre os Kit Carson?



Curiosidades do mundo do Tex Você sabia?


Curiosidades do mundo de Tex


27 de ago. de 2013

Coleção do pard Edson Bertoncello


O grande Pard Edson Bertoncello tem as coleções de tex completa nos 03 títulos Tex Normal, Tex Coleção e Tex Edição Histórica, ate o ano de 1998 os três títulos completo dava um total de 500 exemplares.
Nesta linda coleção ainda conta diversos exemplares avulsos e edições especiais, Contem esta linda coleção, Tex Ouro, Almanaque Tex, Grande Clássicos, Edição de Férias, Tex Anual, Tex Gigante, as 06 edições coloridas da Globo, as edições coloridas da Mithos Especial Civitelli, Especial 60 anos somando mais de 540 revistas.

Segundo Edson apesar do grande investimento ele se sente feliz por cada centavo gasto em suas revistas.
Abaixo uma demonstração de sua paixão pelo Ranger mais temido do mundo, Edson mostra conhecimento quando tem sua carta publicada no Correio do Tex da edição 204 "Kabagi: O Homem crocodilo, editado pela Editora Globo em Outubro de 1989, conforme fotos abaixo.

26 de ago. de 2013

Minha pequena grande coleção de Tex Mine Box com 04 edições gigantes em miniatura


 Minha pequena grande coleção de Tex Mine Box
com 04 edições gigantes em miniatura
Nesta pequena grande coleção que mede nada mais nada menos que 80mm X 110mm X 20mm
Então temos: 08 cm de largura por 110cm de altura e 02 cm de espessura para cada exemplar
O box com as quatro mede 80 cm de largura, 110 cm de altura, 80 cm de espessura.
Nesta coleção temos as edições gigantes em miniatura de:
L´uomo di Atlanta, Saiu em português O Homem de Atlanta  Tex gigante nº 01
Gli assassini, Saiu em português Os Assassinos Tex gigante nº 07
La grande rapina Saiu em português O grande roubo  Tex gigante nº 17
Fiame Sul Arizona Saiu em português Arizona em Chamas  Tex gigante nº 19




 





24 de ago. de 2013

TEX 500 capas by pard Rogério Oliveira


Por José Carlos Francisco
No momento em que a Mythos Editora acaba de publicar no Brasil a sua centésima quinquagésima edição de Tex da série regular, um feito já de si notável, mas para a efeméride ser ainda maior, na capa do volume comparece um invejável número 500, o fã e coleccionador brasileiro de Tex, Rogério Oliveira, de Valença do Piauí, Estado do Piauí, Nordeste do Brasil, resolveu homenagear o Ranger criado por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppinni, assim como todas as editoras brasileiras que possibilitaram que este marco histórico fosse atingido, com uma bela vídeo-montagem onde se pode ver, ao som de uma bela melodia, na rigorosa sequência todas as 500 capas de Tex publicadas no Brasil pelas editoras Vecchi, Rio Gráfica, Globo e Mythos, conforme se pode assistir de seguida:

22 de ago. de 2013

Matéria com Gianluigi Bonelli” ou “G. L. Bonelli” o pai de Tex

Gian Luigi Bonelli



Nascido em Milão, Giovanni Luigi Bonelli (também conhecido com os abreviados “Gianluigi Bonelli” ou “G. L. Bonelli”) foi um roteirista incansável, considerado o patriarca dos quadrinhos italianos, criador do personagem Tex Willer. 

Seu contato com quadrinhos acontece com Lotario Vecchi (o patriarca, não o Lotario da editora Vecchi brasileira), quando dirige uma série de títulos para a Saev, de Milão, entre 1937 e 1939. Tornou-se o roteirista mais importante da revista semanal católica “Il Vittorioso”. Em 1940, G. L. comprou os direitos da revista “L’Audace”, lançando as bases da Editrice Audace (Editora Audaz, atual Sergio Bonelli Editore). A partir de 1940, quando montou a pequena editora, e até 1945, criou vários personagens e gibis, além de colaborar com outra editora, a do seu amigo Giovanni de Leo, de Gênova. Durante a Segunda Guerra, a Editrice Audace passou a ser dirigida pela sra. Tea Bonelli, pessoa gentil e decidida, cuja administração acertada permitiu a Gianluigi dedicar-se interiamente às suas funções de roteirista.

Em 1948, junto com o artista Galep, criou “Tex”, baseado em Tom Mix e nas aventuras de cowboys que consistiam sua dieta na juventude. De acordo com seu filho, Sergio: “Eu me lembro das histórias que meu pai escrevia de impulso e com entusiasmo, liberando uma fonte narrativa particularmente feliz, treinada com leituras de grandes romancistas de ação e aventura (Jack London, Henry Rider-Haggard, Zane Grey) que eram publicadas na 'Collana Romantica' da Editora Sonzogno, enriquecidas por novas e mais modernas sugestões vindas dos filmes de mestres do 'cinema da Fronteira' como John Ford e Howard Hawks”.

Bonelli escreveu a quase totalidade dos roteiros das aventuras de Tex publicadas até a segunda metade da década de 1980, inclusive o livro “Il massacro di Goldena”, em 1956 (mais tarde adaptado para as HQs como “Território Apache”).

Mas um pouco antes, no início dos anos 80, seu filho, o editor Sergio Bonelli, se deu conta que o pai não conseguia mais escrever sozinho todas as histórias de “Tex”. E o próprio Sergio, cada vez mais absorvido pelo quotidiano da Editora que crescia dia a dia, não poderia se dedicar aos roteiros. A saída foi começar a procurar alguém em condições de elabonar as histórias do maior ícone dos quadrinhos dos quadrinhos da Velha Bota. A atenção do editor voltou-se para o autor das histórias de faroese do personagem “Larry Yuma”, então publicadas na revista “Il Giornalino” (“A Revistinha”), Claudio Nizzi. Este começou a escreveu “Tex” em 1983 e nunca mais parou.

Mesmo sem escrever Tex, Gianluigi ainda continuou a supervisionar a produção do ranger.

Morreu em Alessandria (Itália).

Notas e fontes —
“Os Grandes Clássicos de Tex” n° 3 (editora Mythos), 2006, pág. 4;
http://www.operagraphica.com.br
Antônio Luiz Ribeiro



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Gian Luigi Bonelli (Milão, 22 de dezembro de 1908 — Alexandria, 12 de janeiro de 2001) foi um editor e autor italiano de arte seqüencial, conhecido como "O Pai de Tex"
Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros.
Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli.
Sua carreira literária começa no início dos anos 1930, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 1930, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina.
Roteirista e criador de dezenas de personagens, passa por várias empresas, até abrir a sua própria editora, reformulando então publicações importantes como L'Audace. O ano de1948 marcaria para sempre a sua vida.
Por ser um grande admirador das histórias do velho oeste americano, Bonelli cria, em parceria com Aurelio Gallepini, o personagem Tex. Ao mesmo tempo, também criava "Occhio Cupo", uma revista quinzenal de formato grande, mais cara que a média dos gibis da época. No entanto, é Tex, gibi fino e pequeno, com apenas 32 páginas (uma tira por página), em um formato parecido com um "talão de cheques, que atinge o coração dos leitores italianos, projetando G. L. nacional e internacionalmente.
Continuou escrevendo roteiros para muitas outras histórias e criou outros personagens, antes e depois de Tex, como O Justiceiro do Oeste, Ipnos, O Ladrão de Bagdá, A Patrulha dos Sem-Medo, Plutos, Os Três Bil, El Kid, Lobo Kid e Ringo, só para citar alguns. Entretanto, aos poucos, Bonelli precisa se dedicar mais e mais ao personagem Tex, que exigia cada vez mais do seu tempo.
As próprias atividades editoriais são transferidas para a família: sua esposa Tea Bonelli (falecida em 2000) passa a cuidar da administração, enquanto ele prepara o filho Sergio, que em pouco tempo se torna o editor responsável por um pool de empresas que publicam alguns dos melhores quadrinhos do gênero.
G.L. Bonelli faleceu aos 92 anos devido a problemas de pulmões e de coração. A última história escrita por ele foi "Il medaglione spagnolo", publicada em fevereiro de 1991 (noBrasil TEX-323 - O Medalhão Espanhol), uma aventura iniciada por ele e terminada por outras mãos. Como ele mesmo gostava de se definir foi "um romancista emprestado aos quadrinhos e jamais devolvido".


Matéria sobre Galep o desenhista de Tex

Aurelio Gallepini


 

Aurelio Galleppini (Galep), o criador gráfico de “Tex”, nasceu em Casal di Pari (Grosseto, Itália). Aos 18 anos, seus desenhos apareceram em pequenos filmes animados feitos por encomenda para uma empresa alemã fabricante de projetores.

Os primeiros desenhos impressos de Galep saíram em 1936, em fábulas infantis publicadas em “Mondo Fanciullo”. Chegou até a trabalhar na versão italiana de “Mandrake, o Mágico” (pela editora Nerbini).

“Tex” marca uma guinada na atividade artística de Galleppini, que passa a dedicar todo seu tempo à publicação. Por muitos anos, Galep foi o único desenhista das aventuras de “Tex”. Fez todas as capas da edição italiana até o número 400 (em 1994). A impressionante dedicação ao Ranger só foi interrompida com sua morte, ocorrida em Chiavari (Gênova, Itália) em 1994.

Bibliografia:
- http://www.operagraphica.com.br;
- “Tex - Especial 60 Anos”, out. 2008.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Aurelio Galleppini, conhecido como Galep, (Casale di Pare, 20 de agosto de 1917 — Chiavari, 10 de março de 1994) foi um desenhista italiano, conhecido por dar à personagemTex.
Desde criança Galep gostava de desenhar e pintar. Seus temas favoritos eram cavalos e filmes mudos de velho oeste. Galep vive até os dezenove anos na Sardenha e tempos depois abandona seus estudos para dedicar-se à pintura e aos quadrinhos. Um de seus primeiros trabalhos profissionais foi a realização de desenhos animados para o mercado alemão. Logo após, passa a fazer ilustrações para diversas revistas.
Fez também ilustrações para contos e capas de uma publicação infantil do jornal Marc'Aurelio e colaborou com Modelina, um suplemento feminino do Mattino Ilustratto. Em 1938 foi requisitado pela Editora Mondadori e fez sua estréia em quadrinhos desenhando as histórias de Pino, il Mozzo e Le Perle del Mar d'Oman. Nesse período cria também quadrinizações de romances.
Em 1940 Galep passa a trabalhar com o editor Nerbini, em Florença, para a revista L'Avventuroso. Galep também passou a produzir roteiros que, em tempos de guerra, eram submetidos à censura de Roma. Foi nessa época que ele encurtou o nome para Galep e trabalhou até ser recrutado para um forte, em Cagliari.
Depois que a Segunda Guerra Mundial terminara, Galep dedica-se à pintura e passa a ministrar aulas em dois colégios de Cagliari, até Nerbini chamá-lo para adaptar Pinóquio e alguns episódios de Mandrake. Em junho de 1948 Galep muda-se para Milão, onde dedica-se inteiramente num novo projeto com G. L. Bonelli, então na Editora Audace.
Ambos criaram Occhio Cupo e algum tempo depois Galep desenhou o primeiro roteiro de Tex. Inicialmente, as 32 tiras semanais que compunham cada edição de Tex eram produzidas inteiramente por Galep, mas este, aos poucos, vai sendo obrigado a recorrer à ajuda de amigos como Virgílio Muzzi e Francesco Gamba, que se revezam com ele, ora fazendo os esboços, ora finalizando seu lápis.
Além desses dois, Galep passa a contar também com a colaboração de Mario Uggeri, Guido Zamperoni e Lino Jeva. E, graças a esses bravos assistentes, consegue levar a cabo, por quase 20 anos, a tarefa de produzir um episódio de 32 tiras por semana.
Entretanto, depois de 1967, quando a produção aumenta radicalmente - agora são 110 páginas por mês, cada uma com três tiras, já não é possível contar apenas com amigos que colaboram nos momentos de sobrecarga, mas sim ter outros desenhistas que se revezem com ele realizando episódios inteiros.
Começa, assim, uma nova e áurea fase de Tex, com Galep ilustrando todas as capas e as principais aventuras da série. Nesta nova etapa ele realiza outras histórias, entre elas "O Homem do Texas", da série Um Homem, Uma Aventura e a quadrinização de Pinóquio e ainda As Viagens de Gulliver. Tendo sempre como personagem principal o próprio Tex, Galep seguiu produzindo até 1994, quando faleceu no mês de março.